Pirâmides na Amazônia?? Um mistério que continua até os dias de hoje

11/06/2021

Em Akahim (na Amazônia) haveria um enigmático objeto muito antigo, entregue há milhares de anos aos sacerdotes tribais por "deuses que vieram do céu". O artefato, segundo as tradições, voltaria a funcionar quando os deuses estivessem próximos de retornar"

Vários enigmas existem na Amazônia e vão muito além das fronteiras brasileiras. É do jornalista alemão Karl Brugger um dos projetos que mais mergulha em um dos mistérios mais incríveis segundo pesquisadores.

Em 'A Crônica de Akakor' (Akakor - a possível cidade perdida na Amazônia), Brugger menciona com riqueza de detalhes uma das lendas mais importantes da Região Amazônica.

Uma civilização, muito avançada no passado, teria simplesmente sumido antes mesmo do descobrimento do Brasil. Brugger afirma que sua importante descoberta teve inicio em 1971, em Manaus, onde o piloto suíço Ferdinand Schmidt conheceu Tatunka Nara, que falava ser nativo da tribo Urgha Mogulada - ela existiria bem no fundo de uma floresta fechada.

Brugger nesse caso se dirigiu a Manaus e contatou o indígena, que lhe informou que nas proximidades do local existiam três cidades habitadas por seu povo, Akahim, Akakor e Akanis.

Curiosamente, em Akahim, haveria um objeto enorme e significativamente antigo, que foi oferecido há milhares de anos aos sacerdotes tribais por "deuses que desceram dos céus", segundo Nara.

O misterioso artefato, de acordo com as tradições, "começaria a 'funcionar' quando os próprios deuses retornassem ao planeta". Brugger foi com o nativo rumo a floresta fechada, com o propósito de encontrar o que ele pensava ser uma cidade pré-colombiana, aparentemente ainda habitada por descendentes de seus fundadores e com inúmeras ruínas como templos, pirâmides e outras estruturas.

Mas um tempo depois se mostrou evasivo sobre seus achados e só em 1976 publicou oficialmente seu livro, que relata a sua chegada à tribo. Ao ficar sabendo do que foi relatado no livro, o escritor Erich von Däniken foi a Manaus, em 1977, e entrou em contato com Tatunka Nara.

O nativo também informou a Däniken praticamente as mesmas coisas relatadas antes a Brugger - no entanto, acrescentou que o misterioso objeto existente em Akahim estava, já há bastante tempo, transmitindo um ruído muito parecido ao de um enxames de abelhas.

"Isso era uma clara evidencia que estava próximo o momento em que os antigos deuses retornariam", falou Nara. Däniken encarregou Schmidt de acompanhar Nara até Akahim e conseguir o peculiar objeto enigmático de qualquer modo.

Foi feita, então, uma nova expedição para investigar a cidade misteriosa, da qual participou também o renomado arqueólogo brasileiro Roldão Pires Brandão, que estava a muito tempo à procura de uma antiga civilização que considerava existir às margens de um dos afluentes do Rio Amazonas.

Na quinta edição da Reunião Mundial da Ancient Astronaut Society, realizada em julho de 1978 em Chicago, Däniken teria relatado aos membros que tinha esperança que a expedição fosse bem sucedida e trouxesse a evidencia tão esperada de que uma civilização nativa e talvez avançada (para sua época) estaria em contato com extraterrestres.

Lamentavelmente, por alguns obstáculos da viagem e problemas levantados por Brandão, que foi baleado de forme acidental, isso não aconteceu e a expedição teve que retornar estando a apenas dois dias de distância de Akahim.

Nessa delicada situação, começaram a circular rumores de que uma equipe de estudiosos ingleses também estaria tentando chegar às antigas ruínas, só que partindo da Venezuela. Visivelmente preocupado em perder a primazia do descobrimento, Brandão alegou à imprensa a existência de pirâmides no local - já observadas anteriormente por Brugger.

Ele conseguiu que muitos veículos (jornais e revistas) noticiassem sua descoberta ao mundo. Um grupo de jornalistas sobrevoou a região da Serra da Gupira e, em 01 de agosto de 1979, divulgou uma noticia mostrando possíveis construções piramidais aparentemente cobertas pela vegetação.

No entanto, algum tempo após a divulgação da reportagem, começaram a surgir diferentes pontos de vista sobre as pirâmides. O geógrafo Aziz Ab'Saber, do Instituto de Geografia da Universidade de São Paulo (USP), por exemplo, informou que as estruturas piramidais eram, na de fato, apenas alguns morros. "São importantíssimos documentos geológicos comuns na região", informou o cientista. Um significativo 'barulho' sobre a origem das pirâmides estava começando nesse momento.

Para uma parte dos pesquisadores e estudiosos, as pirâmides da Amazônia de fato são uma realidade. Elas seriam construções totalmente artificiais que no entanto estariam enterradas e cobertas por vegetação, assim como outras ao redor do mundo.

É PROIBIDA a cópia do conteúdo postado no site sem pedir autorização, material protegido por direitos autorais.