OVNIs pairavam sobre Destróieres da Marinha dos EUA por inúmeras noites, informa a segurança nacional

26/03/2021

Vários destróieres da Marinha dos Estados Unidos foram perseguidos por 'drones' com capacidades superiores a qualquer coisa conhecida atualmente.

Repórteres do 'The Drive' conseguiram obter os relatórios sobre os registros (informações importantes) dos navios da Marinha por meio de uma solicitação da Lei de Liberdade de Informação e revelaram isso ao público em um artigo detalhado.

De acordo com esses registros, um misterioso "enxame de drones" perseguiu os navios de guerra da Marinha dos Estados Unidos por vários dias.

Esses incidentes ocorreram em julho de 2019 e observou-se que esses objetos voaram pelo céu a velocidades de até 45 milhas por hora, cobrindo pelo menos 100 milhas náuticas em tais velocidades, o que excede em muito a capacidade de qualquer drones modernos atualmente.

Esses incidentes foram levados ao conhecimento das autoridades e do FBI; a Marinha dos Estados Unidos iniciou uma investigação sobre quem poderia ter sido o dono dos misteriosos "drones". Não se sabe se encontraram resposta a esta questão, uma vez que se decidiu por classificar todos os relatórios sobre o andamento da investigação. Teriam descoberto algo que não poderia ser revelado??

O INCIDENTE

Tudo começou por volta das 22:00 do dia 14 de julho de 2019, quando dois OVNIs foram avistados do destróier USS Kidd. Minutos depois disso, o USS Kidd entrou em modo silencioso, minimizando a comunicação, pois acreditava que estava enfrentando uma ameaça percebida.

A tripulação então contatou o navio de guerra USS Rafael Peralta nas proximidades, e vários outros destróieres americanos que patrulhavam nas proximidades notaram luzes estranhas no céu. Às 22:03, o USS John Finn relatou a observação de um enxame de OVNIs e notou que os objetos estavam piscando em vermelho.

Às 23h23, a tripulação do USS Rafael Peralta notou uma luz branca e brilhante pairando muito baixo sobre o navio, logo acima dos alojamentos da tripulação. Este objeto voou no ar a uma velocidade de cerca de 16 nós com pouca visibilidade, acompanhando a velocidade do navio.

Ele perseguiu o destróier por 90 minutos e ficou claro que sua capacidade estava muito além das capacidades dos drones civis conhecidos - muito além.

Na noite seguinte, os drones voltaram e começaram a perseguir os navios novamente enquanto eles patrulhavam mais perto do continente da Califórnia. Os navios de guerra americanos possuem sistemas de detecção avançados, mas não foram capazes de detectar esses drones com antecedência.

Naquela noite, o enxame de OVNIs estava muito mais ativo e perseguiu os navios por três horas inteiras, regularmente se aproximando deles, se afastando e depois se aproximando novamente. Por exemplo, a tripulação do USS Russell observou nove "ataques" de "enxame de drones" em menos de uma hora.

A partir dos registros a bordo do USS Russell, os drones estavam literalmente pulando por todo o lugar, pairando entre 1.000 e 700 pés, e pareciam capazes de se mover em qualquer direção.

O frenesi de três horas de atividade OVNI durou até quase meia-noite, e nenhum dos navios de guerra dos EUA poderia dizer com certeza de onde esses objetos vieram.

O alto comando da Marinha foi imediatamente notificado, incluindo o Chefe de Operações Navais (CNO) e o Comandante da Frota do Pacífico. O Los Angeles FBI Bureau também foi chamado para investigar o incidente.

Assustando muito os contratorpedeiros americanos nos dias 14 e 15 de julho, o "enxame de drones" desapareceu por dez dias, reaparecendo com novos 'ataques' em 25 e 30 de julho. Desta vez, eles chegaram um pouco mais tarde, por volta de 1h20. E embora naquela época uma investigação confidencial já estivesse em andamento, esses drones misteriosos novamente não foram rastreados por ninguém.

Esses incidentes são um quebra-cabeça preocupante e, especialmente, as características de velocidade desses drones e o fato de que alguém (desconhecido) poderia controlar seis desses drones ao mesmo tempo em condições difíceis de pouca visibilidade - algo impossivel para drones atuais.

É imperativo que os especialistas encontrem a origem desses objetos e quem os operou, especialmente porque eles possuíam capacidades que vão muito além do que conhecemos.

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