O mistério por trás das estatuas dos Faraós

24/10/2020


Assuão, Sul do Egito - Março de 1913

O explorador suíço, Jean-Louis Burckhardt, está viajando para o norte ao longo do Rio Nilo, quando se depara com três enormes cabeças de pedra saindo da areia. Quatro anos depois, uma escavação completa revelou um complexo de templos de 3.200 anos.

O templo de Abul-Simbel como é conhecido hoje, possui algumas das maiores estatuas de pedra já construídas no mundo antigo.

William Henry (Autor \ Mitologista Investigativo): "Os egípcios construíram numa montanha um surpreendente complexo de templos dedicados a Ramessés. Essas estatuas são colossais, elas tem aproximadamente 19 metros de altura. Os egípcios visitavam Abul-Simbel e viam o faraó como um grande ser divino em sua perfeição."

Na década de 1960, o templo foi cuidadosamente desmontado e movido para terrenos mais altos, para abrir caminho para uma represa. Os engenheiros que supervisionavam os trabalhos de realocação dedicaram uma atenção especial para garantir que os alinhamentos geográficos e astronômicos do local original permanecessem intactos.

Duas vezes por ano, em 22 de fevereiro e 22 de outubro, os raios do Sol nascente passam pela entrada do templo, a luz percorre 56 metros através de um grande salão de 'gigantes de pedra'. E por 20 minutos, brilha diretamente sobre as estatuas dos deuses egípcios que ficam no final do templo.

William Henry (Autor \ Mitologista Investigativo): "Estas estatuas de pedra gigantes servem mais do que pra um propósito artístico, mais do que pra um propósito politico. Dizem que o propósito delas gira em torno da ideia de que estas estatuas gigantes são transmissores. Elas são utilizadas como um mecanismo de extração de energias cósmicas, forças cósmicas, que podem ser emitidas na área circundante. E nisso vem a pergunta, essas vibrações cósmicas são usadas somente no sentido religioso ou isso é mais uma coisa tecnológica?"

Os teóricos dos antigos astronautas acreditam que essa teoria deveria ser realmente considerada, e eles apontam que podem encontrar evidencias examinando ideias semelhantes descritas por outras civilizações em todo o mundo antigo.

David Childress (Autor, A Incrível Tecnologia dos Antigos): "Em quase todas as sociedades antigas, as pessoas acreditavam que estas estatuas tinham energia, que de certa forma elas estavam vivas, elas tinham até consciência e poder."

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