Sinais de tecnologia extremamente avançada são encontradas dessa vez na Índia! 

08/04/2021

A descoberta desta nanotecnologia gerou muita controvérsia e mais perguntas do que respostas. É possível que os antigos artesãos da Índia fossem muito mais avançados do que pensávamos?

A nanotecnologia é hoje indispensável para tudo o que somos capazes de ver, tocar e até ouvir. Mas ninguém acreditaria que a primeira amostra dessa tecnologia apareceu há 2.600 anos, na Índia.

Em 2015, na cidade de Keeladi, a cerca de 450 quilômetros de Chennai, na Índia, foram encontradas diferentes peças de cerâmica e outros artefatos. No entanto, ninguém esperava que entre esses vestígios antigos também fosse encontrado o primeiro uso conhecido na história da nanotecnologia.

As primeiras nanoestruturas conhecidas em chapas de aço damasco datam dos séculos XVI a XVIII. As descobertas em Keeladi datam do século 3 ao 6 aC. O anúncio foi feito pelo principal autor da pesquisa, Dr. Nogaboopathy Mohan.

Ao observar em detalhes as cerâmicas encontradas, perceberam que possuíam pequenas placas pretas. Embora inicialmente não achassem que fosse importante, análises posteriores mostraram que eram "nanotubos de carbono".

Os nanotubos de carbono são tubos minúsculos com um bilionésimo de metro de diâmetro. Foi descoberto em 1991 pelo cientista japonês Sumio Likima e, desde então, especialistas têm trabalhado nele para melhorá-lo.

Então, como é possível ter encontrado este dispositivo em ruínas do século 3 a.C? Na verdade, Mohan explicou que quando descobriram a notícia, esperavam que fosse algo arcaico e amorfo, mas ficaram surpresos ao ver a qualidade do trabalho.

A pesquisa revela que o diâmetro médio desses nanotubos está entre 0,6 nanômetros. Atualmente sabe-se que o diâmetro de um nanotubo totalmente livre de defeitos é de 0,4.

Atualmente é difícil sintetizar qualquer material isento de defeitos ou que esteja próximo de seu padrão teórico, pois sempre há variações de pressão, temperatura ou outras que estão envolvidas no processo de síntese.

Os nanotubos encontrados em Keeladi, que estão perigosamente próximos de seu limite teórico, só demonstram o domínio e a precisão que possuíam quando foram fabricados. Razão pela qual as nanoestruturas sobreviveram mais de 2.000 anos.

Existem várias questões sobre os nanotubos de carbono que levam a diferentes teorias. Atualmente, continuam as pesquisas sobre o processo de revestimento cerâmico utilizado pela Keeladi, que tem permitido preservar a estabilidade e a lisura de sua superfície.

A alta resistência e o baixo peso das nanoestruturas de carbono têm levado a serem testadas hoje em dispositivos eletrônicos, sensores, baterias, equipamentos médicos, entre outros.

Mas também há outra questão; Atualmente a toxidade dos nanotubos de carbono é desconhecida, por isso seu uso livre não é permitido, principalmente para fins comestíveis ou domésticos. Seria possível que seus fabricantes tivessem conhecimento dessa toxidade?

Fonte: History Channel 


Respeite o conteúdo do site, não copie sem autorização. Material protegido

Instagram \ Telegram