Existia um antigo mapa de Marte na Biblioteca de Alexandria? Como isso teria sido possível no passado?

03/01/2022

Conforme novas descobertas são feitas descobrimos que antes da nossa civilização atual poderiam ter surgido outras muito avançadas, com conhecimento nas mais diversas áreas. Essas outras civilizações até então desconhecidas conseguiram acesso a informações astronômicas que ainda hoje não conseguimos acessar. Segundo alguns pesquisadores e teóricos, a Biblioteca de Alexandria teria contido papiros muito antigos com um mapa extenso de Marte.

Alexandria, como podemos notar claramente pelo nome, foi estabelecida em 332-331 a.C. por Alexandre, o Grande. Em seguida, durante a fase ptolomaica, tornou-se a capital do Egito e o grande porto do Mediterrâneo. A Biblioteca de Alexandria foi levantada no principio do século III a.C.

Segundo diversas fontes, possuía entre 100.000 e 1.000.000 de manuscritos! Mas no século VII houve sua total ruina.

Por um largo período de tempo, os estudiosos tinham em mente que grande parte do conhecimento antigo estava totalmente perdido; mas devagar, em diferentes pontos da Europa e da Ásia, começaram a surgir importantes arquivos históricos, obviamente pertencentes à biblioteca. Seus funcionários, pessoas bem preparadas para as mais diversas situações na época, não podiam arriscar que todo aquele conhecimento fosse perdido por parte de ataques fanáticos e assim tomaram medidas antecipadas para proteger os manuscritos.

Em segredo de todos, principalmente dos governantes, com o auxilio de vários importantes escribas, eles criaram cópias dos arquivos históricos mais significativos e enviaram os originais em minúsculos lotes para outros países. Segundo o que diz alguns relatórios, vários dos manuscritos foram até mesmo ocultados nas bibliotecas monásticas do Tibete.

Echmiadzin, a igreja mãe da Igreja Apostólica Armênia, se consolidou como um dos principais pontos de armazenamento de importantes manuscritos antigos. Gradualmente, o Matenadaran, uma sede de armazenamento de documentos antigos, foi criado na Armênia. Em 1939, as autoridades alteraram a sede para Yerevan.

Em 1939, entre os autorizados a realizar o transporte de documentos da residência dos católicos para Yerevan estava Viktor Harutyunyan, um historiador de Moscou, que na realidade era empregado do NKVD (Comissariado do Povo para Assuntos Internos). O diário de anotações de Viktor, que ele atualizava constantemente na época, relata outros eventos sobre essa situação.

No diário ele relata que durante um exame rápido dos pergaminhos, em um deles, ficou surpreso ao descobrir um mapa da superfície do planeta vermelho, Marte! Não só isso, um tipo de círculo foi descrito em torno do planeta, que poderia ser um satélite de Marte.

Assustado com o surpreendente achado, Viktor começou a fazer outras averiguações: ele pegou cautelosamente o pergaminho no objetivo de analisá-lo e obter mais informações importantes. Lamentavelmente, a informação presente no mapa gerou poucos dados para uma avaliação mais aprofundada. O texto estava em latim (língua indo-europeia) e, pelo que pode perceber, se tratava de uma tradução tardia de um antigo texto egípcio. O mais significativo não pode ser respondido: quem fez o mapa e em que época?

Mesmo que as lentes ópticas já fossem algo de certo modo real no antigo Egito, mesmo Galileu não podia observar algo como os satélites de Marte com seu telescópio. Essa informação simplesmente não deveria existir no século XIX. Foi preciso um telescópio muito mais avançado de 26 polegadas do Observatório Naval dos Estados Unidos para acha-los em 1877.

Viktor, após uma extensa analise, encaminhou o arquivo para a Academia de Ciências da Armênia, informando de onde foi resgatado. Depois da guerra, nenhuma nova informação foi divulgada sobre o assombroso mapa e o manuscrito do qual foi tirado. Provavelmente permanece no Instituto Mashtots de Manuscritos Antigos (Matenadaran).

Provas de sua existencia

A prova da possível existência do incrível documento (mapa) é que o Dicionário Explicativo do renomado cientista e escritor da Geórgia Suljan-Saba Orbeliani (1658-1725) possui uma evidente menção ao satélite de Marte e até mesmo descreve o raio de sua órbita - 24.019 km (nos dias de hoje é 25.459 km). Alguns teorizam que Orbeliani pode ter acessado a Catedral de Etchmiadzin e conseguido esses dados de um antigo manuscrito mantido lá.

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