A antiga pegada gigante fossilizada em forma de pé humano.. Seria real ou apenas pareidolia??

30/08/2021

Em quase todas as culturas dos povos antigos, existem relatos detalhados da existência de gigantes, seres de enormes dimensões que habitaram o planeta. Indo-europeus, gregos e até mesmo a Bíblia cristã dizem que deuses e semideuses de grande altura coexistiram com humanos. Quanta verdade há nessas histórias?

Uma pegada gigante em Pingyan

Se criaturas gigantes pisaram neste planeta, inevitavelmente tiveram que deixar pegadas, vestígios que confirmam sua presença. Em todo o mundo, monumentos megalíticos de todos os tipos parecem homenagear seres sobrenaturais, incluindo gigantes. Agora, o que um grupo de fotógrafos descobriu em uma aldeia Pingyan em Guizhou deixou muitos pesquisadores confusos.

Em agosto de 2016, uma equipe de fotógrafos e pesquisadores encontrou algo realmente incrível em Guizhou, uma província do sudoeste da China. Não era nada mais e nada menos do que uma pegada gigante em forma de pé humano. De acordo com o relatório preliminar, a pegada tinha 57 cm de comprimento, 20 cm de largura e 3 cm de profundidade.

A pegada foi fossilizada em uma rocha de granito da era pré-histórica e tinha mais de 200 milhões de anos. Obviamente, um achado como esse questiona tudo o que foi afirmado sobre a origem da vida e a evolução humana. Por isso, muitos consideraram essa descoberta algo de pouca importância.

Dúvidas sobre a veracidade do achado ainda existem

Algo que também contribuiu para que a pegada gigante de Pingyan não fosse levada a sério é que o relatório original cita suas fontes como meras "agências". Não faz alusão clara a fontes confiáveis ​​que garantam a veracidade da descoberta.

Quando o assunto foi investigado exaustivamente nos jornais locais, descobriu-se que nenhum artigo havia sido escrito sobre ele até agosto de 2016. Nenhuma fonte ou comunidade científica respeitável apresentou a descoberta de uma pegada gigante como notícia do dia. Ainda assim, fotos e comentários sobre a descoberta surpreendente apareceram em vários locais.

Mais evidências da existência de gigantes

Na verdade, alguns locais chegam a citar o nome do arqueólogo responsável por algumas descobertas sobre a existência de gigantes. Eles mostraram a foto do arqueólogo Michael Tellinger posando ao lado de uma pegada gigante de mais de 200 milhões de anos.

Além disso, os artigos mencionavam que Tellinger havia encontrado pegadas semelhantes em uma excursão à África em 2012. Tudo isso o convenceu de que, no passado remoto, criaturas gigantes em forma humana vagavam pela Terra. Embora Tellinger afirme ser um arqueólogo, muitos o rotularam como um teórico.

Uma terceira pegada gigantesca na Bolívia

Relatos de pegadas gigantescas dispararam em todo o mundo, sendo que uma das mais comentadas ocorreu na Bolívia. No entanto, a rede de notícias CNN relatou que a pegada era, na verdade, de um grande dinossauro carnívoro, e não de um gigante. Claro, não foi a primeira vez que uma confusão como essa ocorreu.

Em 1987, Jerry McDonald encontrou outra pegada enorme no Novo México, que tinha cerca de 100 cm de comprimento e cerca de 290 milhões de anos. Foi confirmado que também era de um dinossauro e tornou-se a maior pegada de dinossauro carnívoro já registrada.

No entanto, os paleontólogos não conseguiram explicar como a pegada de um dinossauro carnívoro atingiu aquela parte do planeta.

Mito ou realidade?

As investigações sobre a pegada de Pingyan negaram que fosse tão antiga, reduzindo o número de anos para cerca de 3.000. Além disso, o granito não é um material que se preste a capturar qualquer tipo de impressão, nem mesmo para um gigante. No entanto, a descoberta de mais pegadas em diferentes partes do planeta encorajou mais cientistas a levar o assunto mais a sério.

Essas pegadas são prova suficiente de que os gigantes existiram? Nenhuma declaração categórica ainda pode ser feita. Embora existam vestígios da possível existência de humanóides gigantes representados em pinturas rupestres, geoglifos, cidades com imensa arquitetura e enormes ferramentas; para a arqueologia tradicional essas não são evidências suficientes que permitam confirmar essas teorias, então a dúvida prevalece.

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