As naves que cruzaram pelos céus de Atlântida no passado

15/10/2021

Vários pesquisadores sugeriram que, no passado remoto, enormes naves viajaram pelo céu, naves que vieram do espaço sideral e foram testemunhadas por humanos antigos. Algumas culturas deixaram manuscritos sobre o que viram, outras deixaram algo mais concreto: gravaram em pedra o que viram, fizeram artefatos tentando representar os navios que viram; talvez com o propósito de registrar esses eventos para a posteridade.

Os irmãos Wright podem não ter sido os primeiros a pilotar uma nave rudimentar, o Zeppelin não teria sido o primeiro a lançar um dirigível aos céus.

Civilizações antigas, agora perdidas, deixaram alguns vestígios que mostram que eles também voaram usando a tecnologia criada naqueles anos remotos.

Pesquisadores alternativos argumentaram que a humanidade hoje só teria redescoberto os princípios e a tecnologia para voar, que outras civilizações já usaram há milhares de anos.

Os balões que voaram sobre as linhas de Nazca....

É uma possibilidade que os pesquisadores levantaram: os antigos colonizadores de Nazca, no Peru, projetaram e construíram balões de ar quente que lhes permitiam voar sobre as planícies e, aliás, realizar a grande façanha do mundo antigo: as Linhas de Nazca.

Segundo o pesquisador Jim Woodman, isso seria possível com os materiais que o povo de Nazca tinha à disposição na época. Woodman consultou Julian Nott, um pioneiro do movimento global moderno.

Nott, inicialmente cético, decidiu seguir a sugestão de Woodman. Foi construído um balão, com os mesmos materiais daquela região.

Nott disse em um comunicado:

"Quando Jim Woodman me abordou com a ideia de que as pessoas que criaram as linhas Nasca poderiam ter visto de balões de ar quente, fiquei intrigado, mas continuei cético. Chegamos a voar com sucesso em um balão que pode ter sido construído pelo povo Nasca há mil anos. E embora eu não veja nenhuma evidência de que a civilização Nasca tenha voado, não há dúvida de que eles poderiam ter voado´´.

Nott acrescenta que "se o povo de Nasca voou, por que outras civilizações não o fizeram?

Vimanas, as naves da Índia antiga

De acordo com os Vedas, textos antigos da Índia, os Vimanas eram relacionados ao misticismo religioso; No entanto, ao longo dos anos, os pesquisadores encontraram fatores (nos manuscritos) que poderiam revelar tecnologia avançada nos tempos antigos.

Os escritos antigos que podem ser encontrados em museus e universidades na Índia apresentam descrições detalhadas de aviões construídos em um passado remoto. Os textos descrevem o uso de tecnologia avançada, características da construção naval e seu voo.

Além disso, os Vedas mencionam guerras aéreas e uma guerra atômica que se originou entre uma cidade antiga no que hoje é o norte da Índia e outro local desconhecido em algum lugar no deserto de Gobi.

Na verdade, uma região do deserto de Gobi se destaca pela presença de nódulos de vidro verde e radioatividade. Deve-se notar que a vitrificação ocorre quando o solo é exposto a temperaturas muito altas.

Outro texto antigo, O Ramayana, descreve as vimanas da seguinte forma:

´´Os Vimanas tinham a forma de uma esfera e navegavam pelos céus levantando um vento forte. Os homens a bordo dos Vimanas podiam viajar grandes distâncias em um período de tempo surpreendentemente curto, pois o homem que dirigia o fazia à vontade, voando de baixo para cima, de cima para baixo, para frente ou para trás´´.

As naves da Atlântida

'Atlantis', a cidade mítica que foi soterrada pelas águas após uma terrível catástrofe, permanece parte do mistério até hoje.

As referências a este lugar antigo remontam a Platão, que o descreveu como "uma grande ilha além das colunas de Hércules".

Ao longo dos anos, outros pesquisadores identificaram sua localização perto das Ilhas Bimini, no Caribe.

É mencionado que Atlântida possuía tecnologia avançada, criada por uma civilização sofisticada que teria utilizado artefatos, naves e outros dispositivos que ultrapassariam os que existem hoje.

É descrito que o "continente perdido" (como alguns o chamam) possuía tecnologia como navios submarinos, barcos motorizados e um cristal de enorme poder que fornecia energia à cidade. Mas há algo, que foi muito pouco mencionado: aeronaves que poderiam cruzar o céu da Atlântida e até teriam explorado o resto do mundo.

Um autor que primeiro discutiu a possibilidade da tecnologia de voo nos tempos antigos foi William Scott-Elliot em seu livro "A História da Atlântida e a Lemúria Perdida", publicado em 1909.

Scott-Elliot menciona tecnologia avançada: aviões que cruzavam os céus em silêncio alimentados por uma energia perdida no passado e hoje desconhecida.

No entanto, a versão de Scott-Elliot não é baseada em evidências diretas, é baseada em sessões de "Visão Remota" nas quais ele se manifestou para visualizar as antigas máquinas da Atlântida.

Segundo Scott-Elliot, as naves de Atlantida não eram construídas em metal ou madeira, mas em um material até hoje desconhecido, de grande dureza, resistência e baixo peso. Alguns metais também foram usados, mas em uma liga estranha.

Alguns estudiosos acreditam que a Atlântida poderia existir ao mesmo tempo que as civilizações perdidas da Índia antiga, para que pudessem estabelecer relações comerciais. Isso teria acontecido entre 15.000 e 20.000 anos atrás.

E se ambas as civilizações existissem ao mesmo tempo, isso explicaria a presença da tecnologia de voo nas duas culturas antigas. Podemos não ter sido os primeiros a voar, e essa ação foi apenas uma memória que perdemos no tempo.

ATENÇÃO: Respeite o conteúdo do SITE, não copie sem autorização (conteúdo 100% protegido)